
Era eu a sombra que ocupava a única cadeira da tua platéia e aplaudia de pé os teus escritos e atuações, que lia e relia teus contos e versos, que te fazia feliz.
Fui eu aquela que arrancou dos teus lábios sorrizos e declarações, que fez da tua vida um mar de ilusões, que mentiu e desvalorizou o teu amor, que fingiu e disfarçou com ardor.
Foi comigo que tivestes as noites mais quentes, os beijos ardentes e os desejos indesejáveis, que realizastes loucas fantasias, que espantava a calmaria e enfim amava.
Eu, eu amei, eu suei, eu menti, eu me entreguei.
Eu, eu abusei, eu que larguei, eu desprezei.
Eu, eu me arrependi, eu aprendi, eu sofri.
Hoje, estás perdido em um desses teatros, atuando em uma dessas peças, com outras dançarias de cabaré, com alguma menininha ralé, que jamais chegará ao meu pé.
Talvez ela não minta, talvez ela não tenha pecados, talvez não se sinta perfeita ao teu lado. Talvez ela te ame, talvez não te engane e seja ideal pra atuar nos teus papéis as fantasias de carnaval.
A tudo suportei, a dor de ser barrada nas tuas peças, o lamento de não aplaudir de perto, o vazio que o teu amor deixou.
Enfim me recuperei, mas uma amarga dor ainda tormenta o meu peito.
Fui eu aquela que arrancou dos teus lábios sorrizos e declarações, que fez da tua vida um mar de ilusões, que mentiu e desvalorizou o teu amor, que fingiu e disfarçou com ardor.
Foi comigo que tivestes as noites mais quentes, os beijos ardentes e os desejos indesejáveis, que realizastes loucas fantasias, que espantava a calmaria e enfim amava.
Eu, eu amei, eu suei, eu menti, eu me entreguei.
Eu, eu abusei, eu que larguei, eu desprezei.
Eu, eu me arrependi, eu aprendi, eu sofri.
Hoje, estás perdido em um desses teatros, atuando em uma dessas peças, com outras dançarias de cabaré, com alguma menininha ralé, que jamais chegará ao meu pé.
Talvez ela não minta, talvez ela não tenha pecados, talvez não se sinta perfeita ao teu lado. Talvez ela te ame, talvez não te engane e seja ideal pra atuar nos teus papéis as fantasias de carnaval.
A tudo suportei, a dor de ser barrada nas tuas peças, o lamento de não aplaudir de perto, o vazio que o teu amor deixou.
Enfim me recuperei, mas uma amarga dor ainda tormenta o meu peito.
No teatro vazio me encontro contigo, e atuas pra mim. Um monólogo envolvente, mas pouco convincente pra quem sabes que não é assim. E ri, e canta e fala e chora e pula alegre o nobre arlequim.
Da platéia um choro... é o meu sim senhor, a bela colombina acabada e mal vestida pede o teu silêncio por favor.
Se é mentira o que me dá, recolha o teu falar, não me magoe sem pensar na dor que podes me causar.
Sou ciente do meu erro. Sou ciente que não tenho o teu perdão, mas meu palhaço, por favor, não diga mentiras em vão.
.
.
A cortina se fecha, e de lá ela já não sabe quem sairá.
.
.
.
.............................................................................................
.
.
.
*medo*
.
sim sim, saiu agora... ain... ó.ò
.
.


3 comentários:
Belos versos + Uma poeta inspirada = Um Blog de sucesso!!
Parabens pelo blog,
abraço.
Guria, muito intenso o que escreveu, gostei bastante. Lembrou uma fase mais poética da minha vida.
Não tem problema algum eu aparecer na tua lista de favoritos, óbvio! Na verdade, para mim é uma honra. Gostei muito de tuas visitas e vou passar por aqui novamente com certeza!
Na verdade, passei antes mas estava sem tempo para comentar.
Beijo e continue escrevendo.
PORRA!!!!
vai à merda?
FODA PRA CARALHOOOOO!
te amo, moça .
e seu texto tá perfeito o.O
=***
Postar um comentário