" vai-se o Amor
vão-se os poemas
fica-se a dor
e as rimas pequenas. "
cavando em meio aos escombros das mentiras que sobravam
encontrei (no sentimento que te dei) resquícios da verdade.
não se vanglorie, não se diminua.
a culpa não foi minha, a culpa não foi sua.
tive muitos amores e a muitos me dei.
você não foi apenas um, foi o último pra quem meus versos entreguei.
em folhas de amoreira, embulhados. e um laço de arco-íris com mel.
acabaram todos as poesias, acabou-se o sol do meu céu.
os versos voltam a secar, no frio e na chuva de outono.
nos escombros volto a procurar, minhas palavras precisam de outro dono.
obrigada pela explosão de sentimentos brancos.
obrigada pela obra interna, obrigada pela faixada externa.
nos destroços eu aprendi
a andar sempre em linha reta.
**D

4 comentários:
linda! sabia?
Gostei muito...
suave e sincera.
Em frente é que é o caminho!
Bjsss
Muito bom, Adorei!!!
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